Monday, June 13

Imune


O que estava enfraquecido, ou morto, não "infecciona" mais.

Vamos usar o Wikipédia mais uma vez para "desmistificar" qualquer possível mensagem subliminar, porque ela precisa ser bastante óbvia. "Para quem não sabe, vacinas são substâncias, toxinas, partes de bactérias ou vírus, ou mesmo vírus e bactérias inteiros, [enfraquecidos] ou mortos, que ao serem introduzidas no organismo, causam a reação do sistema imunológico [(defesa)] semelhante à que ocorreria no caso de uma infecção por um determinado agente, desencadeando a produção de anticorpos que acabam por tornar o organismo imune ou, [no mínimo,] resistente a esse agente (e às doenças por ele provocadas)".

Está claro? Ótimo: não vou mais tocar nesse assunto.



Grey's Anatomy opening (seriously!)
Final da quinta temporada de Grey's Anatomy foi muitooo triste. Final da sexta temporada: tenso. Ambos ótimos, de pessoas que sabem trabalhar uma trama muito bem.

Wednesday, June 8

"Eu sou nerd!"


No Wikipédia, nerd é "um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas actividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares".

A meu ver, nerd são pessoas que preservam a juventude porque sonham muito alto. Ponto final? Não. Nerd gosta demais de algum filme, de algum personagem porque ele pesquisa, ele estuda a respeito. E sofre porque tais maravilhas não são reais. Então ele transforma.

Bill Gates seria um tremendo exemplo. Mark Zuckerberg, do Facebook, também. Agora, e por causa de casos de sucesso como esses, as pessoas costumam dizer que "o nerd de hoje é seu patrão de amanhã". Também ouvimos comentário sobre Justin Bieber ter sofrido bullying... e ser tão famoso hoje em dia.

Atualmente, o seriado The Big Bang Theory carrega o lema "the smart is the new sexy" (quase um "inteligência é afrodisíaco"). Os personagens são mestres da ciência que se atrapalham nas trocas interpessoais e discutem a respeito disso o tempo inteiro com os expectadores.

Agora, todo mundo quer ser nerd. Virou moda. E a culpa está nos casos de sucesso. E os que vivem de terapia porque sofreram/sofrem bullying ou são ignorados porque tem aparência e/ou manias "esquisitas"? De repente, parece que os não-nerds não são não-nerds à toa.

Aí, inventaram o tal do "geek", que, aparentemente, é fã de star wars (só dando exemplo) e consegue manter um convívio social equilibrado... Tá. E os nerds? O assunto aqui é nerdesa. Pessoas solitárias que vivem na frente do computador, desenvolvendo problemas na vista.

O nerd continua só, minha gente. O nerd pode ser o seu chefe algum dia, mas ele vai sofrer bullying na escola. Não vai ter um par na formatura, vai tropeçar nas próprias pernas, nervoso e incomodado. Os nerds ainda estão sozinhos, muitas vezes depressivos, suicidas.

Eu sei. Eu sei que o trabalho nas escolas contra o bullying vai gerar resultados, mas não é aplicando uma regra que resolvemos o problema. É exigindo o melhor dos outros! Não sofrer bullying, um dia, será como sofrer bullying porque, as pessoas que eram apontadas pela esquisitice, agora serão ignoradas.

O que eu quero dizer, e já terminando este post um pouco desgostosa, é que o tema por trás do apelo contra o bullying é a inclusão social. Será que, se mantivéssemos o foco no respeito, no coleguismo, na descoberta e no aprendizado pelo relacionamento interpessoal não seria mais fácil e menos preconceituoso?

Deixo aqui outro quesito. Pensem a respeito. A paz social agradece.



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Final da quinta temporada de Grey's Anatomy ACABOU COMIGO.

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Tuesday, June 7

No mês passado


escrevi muitas coisas para o eSPELHO iNVERSO. Sentimentos que não voaram, como pássaros que nasceram enjaulados... Agora eu enxergo a metáfora... Quero dizer, eu sou do tipo organizada, muito organizada, perfeccionisticamente organizada, e meu computador é do mesmo jeito. Meu desktop é limpo, sem fileiras de arquivos.

Mas o mês passado, as coisas chegaram a este ponto. Encarei minha tela principal e fiquei me questionando a respeito... Porque o meu computador, por mais idiota que tal observação possa parecer, refletia o que estava sendo.

Poderia concluir os textos que vou disponibilizar, poderia falar sobre algumas injustiças, mandar as metáforas à puta que pariu! (quem sabe algumas pessoas e suas babaquices), mas eu preferi me recolher... Até conseguir domar os pássaros. E consegui.

Fiquem com as palavras que já não dizem coisa alguma. (Nem recomendo leitura, mas, se estiver realmente curioso (a), vá em frente. Não prometo coerência, porque não concluí. Repito: limpeza no desktop.)
TEXTO 1
que sofre de amor // que sofre de amor // pelo // amor // que // deixou.|
TEXTO 2
Metáfora: jardim // Deitei. Espirrei bocados, coloquei soro no meu nariz. Levantei, apaguei a luz... Esperei que minhas pupilas dilatassem. A janela tomou forma e minhas cortinas balançaram como ondas do mar. // Meu Deus - comecei a pensar -, o que aconteceu? Onde largaram o meu sorriso? As lembranças boas? o meu cheiro? Minha... inocência? Por que não sobrou nada? // Minha vida é como um campo cheio de flores. Daqui para o futuro, grama verde, para trás, no passado, um jardim povoado. A maior das árvores é minha mãe, as outras são alguns parentes próximos e amigos fieis. // Mas... aqueles buracos... De flores que se foram, é onde moram algumas lembranças não tão boas. As que murcharam, murcharam porque o tempo quis assim, mas aquelas que foram arrancadas... // Por que, no jar|
TEXTO 3
Quem ama de novo, ama... // (a) 2x mais? // (b) 2x menos? // (c) igual? // (d) muito? // (e) pouco? // (f) Nenhuma das alternativas.|
TEXTO 4

Consigo enfiar dois braços dentro das minhas calças, de tão folgada estão as minhas roupas. Me alimento para não ter enxaqueca porque fome é uma coisa que já não sinto há muitos meses.
[trecho eliminado], por mais estúpida, ignorante, patética e imatura que possa parecer. // Então, se tenho algo para dizer, se tenho realmente alguma coisa para dizer, agora, hoje, é que já posso falar a respeito porque passou.|

P.S.: a imagem é real e corresponde a este último parágrafo. O resto é resto. O post inteiro, na realidade, é puro lixo. Infelizmente, gosto muito das coisas que escrevo, das boas, e das ruins, então, desde que não se percam no espaço, me desapego.

TEXTO 5

Eu não gosto de comer pão que tem o formato ovalado, sempre procuro quadradinhos.|

TEXTO 6

13 de junho // A gente não tem mais nada para comemorar em dias como hoje.|




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Vê se eu tô na esquina!

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Monday, June 6

Arthur ("titio"),


Poderia encher você de promessas e de coisas lindas da vida, mas o que tenho para dizer, hoje, é que o mundo nem sempre é fácil... e vai dizer isso algum dia... Vai se chatear quando tentar resolver alguma coisa e sem intenção, complicá-la. Será mal interpretado, será magoado... Errará, também, sim. Desejará voltar no tempo para fazer diferente. Desejará nunca ter conhecido alguém que conheceu... e de ter conhecido pessoas queridas há mais tempo. Às vezes, nem um atentado terrorista vai tirar o sorriso do seu rosto. Outros dias, pode acabar chorando com pequenas coisas, ainda menores que ciscos nos olhos.

Terá dúvidas e escolherá o caminho errado inúmeras vezes... Algum dia, verá que não foi nem tão errado assim. Mas até lá, até entender tudo isso, busque o cavalheirismo, humildade, tenha bom senso e tato para lidar com as pessoas. Ame os animais, a natureza e respeite tudo a sua volta. Sonhe! Acima de tudo, e de qualquer problema, sonhe! Estou aqui para te erguer, se precisar, para te apoiar, no que for necessário, desejar um futuro incrível e prometer cumplicidade para todo o sempre.

TTTEEE AAAMMMOOO!

#TIABABONA



Escrevi esse texto há algumas semanas e não postei porque está incompleto. Mas a verdade é que está e continuará assim... Estamos falando de alguém que não tem nem 2 meses de vida, muito para ensinar, para aprender... Pelo menos, simpatia, no mínimo do mínimo, ele já mostrou que tem (convenhamos! Olha esse sorriso!). Vamos aguardar peripécias do bebê mais lindo do mundo porque serei fiel a qualquer das traquinagens por vir.

Wednesday, May 25

Apanhado sentimental

Então, bom, passei o dia inteiro pensando em várias coisas para postar, mas a verdade é que não concluí nenhum parágrafo porque estava preocupada com esta manutenção do Blogspot... Resolvi, no fim das contas, copiar e colar os trechos das idéias que rodaram no meu juízo nas últimas horas. Vejamos.

Se estivesse morta,

meu corpo estaria se revirando.
Sedenta.

Já se perguntou...
por que está aqui,
lendo o eSPELHO iNVERSO?

O melhor da vida,
o mais significativo,
não está nas fotografias,
blogs ou redes sociais.
São instantes inafetáveis,
inalcansáveis,
que se eternizam na memória.




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Anna Nalick - Breathe (né!)

Tuesday, May 17

Surpreenda!

Estava assistindo o vídeo que mais gosto da Ana Carolina (disponível no fim do post) e cheguei a conclusão de que fui sortuda no que diz respeito a... "relacionamentos". Quero dizer: romances.

Eu sempre me vi, e isso começou na adolescência, como alguém que jamais teria o cabelo bonito, a pele bonita, uma altura ideal, um sorriso cativante ou uma personalidade invejável.

E tudo isso é muito engraçado quando alguém diz que tenho alguma dessas qualidades porque, não adianta, eu simplesmente não acredito. Na melhor das hipóteses, levo na esportiva e me divirto.

Enfim, de volta ao post, e relembrando outra situação... Certa vez, um colega disse que eu tinha o dedo podre na hora de escolher alguém para se apaixonar. Hoje, costumo dizer a mesma coisa.

Mas a verdade, meus queridos, a verdade é que não é verdade! Porque eu não me apaixonei por ninguém que me decepcionou por antecedência. A decepção, inclusive, se tornou "decepção" porque não surpreendeu ou deixou-se de!

Por exemplo, às vezes, quando converso com alguém sobre X (raramente, confesso, porque, depois de alguns meses, senti vergonha e tenho até hoje de assumir que me envolvi com ele), enxergo todos os defeitos e fico angustiada, querendo voltar no tempo para não fazer. Mas sabe de uma coisa? Eu recebia telefonemas lindos, todos os dias! Eu ganhei bichinhos de pelúcia, inúmeros almoços à dois, passeios na praia, risadas sem fim e, nooossaaa, vááárias sessões de webcam, telefone e ao vivo onde ele cantava músicas românticas com voz e violão. Eu queria mais o quê da vida?

Depois, posso falar de Y. Era muito reservado, falava pouco da vida pessoal. Acho que me enrolava bocados. Naquela época eu também era mais inocente ainda e tenho um pouco de raiva disso. Mas, será? Ele passava as madrugadas inteiras comigo no telefone, ligava toda tarde, escrevia inúmeras coisas lindas, e todo dia, o meu e-mail estava cheio de palavras meigas! Todo final de semana, a gente visitava museus, bibliotecas! Ele fez uma tour comigo pelo centro do Recife e me contou histórias incríveis da cidade. Era um geniozinho modesto, charmoso e cheiroso que me ensinava filosofia enquanto me paquerava mostrando aquele sorriso.

Então, e desse eu acho que mesmo se chamá-lo de Z (ou seria Zé?) todo mundo vai entender de quem estou falando, veio o namorado! Eu andava na rua de mãos dadas me sentindo a pessoa mais importante da face da terra. Confesso que lembro pouco de nossos desentendimentos, mas compreendo o fim e, infelizmente, o pior veio depois disso. Estamos bem agora, somos colegas. O fato é que... o jeito como fui pedida em namoro foi lindo! Ele é iluminador, então, seria até estúpido esperar alguma coisa completamente diferente. E suas aparições surpresas geralmente acabavam muito bem. Recebia flores e cartões.

Também teria o rapaz W, que veio antes do X, Y e Z, e foi quem mais me enlouqueceu e fez loucuras lindas à distância. Acordava às 4h da manhã para falar comigo, aqui, de meia-noite. Mandou bichinhos de pelúcia, fez telefonemas, ameaçou chegar na minha porta de mala em punhos, fez os juramentos de almas gêmeas mais "encaixáveis" que eu poderia ter, mas eu prefiro, por opção, não expandir porque... situações mais recentes e bastanteee decepcionantes colocou tudo isso a perder e ainda estou me recuperando e tentando me agarrar apenas a fase boa. Era um conto... e não deveria ser de fadas.

Então, bem, eu acho que agora entendo perfeitamente. Primeiro porque entre X, Y, Z e W, tiveram minúsculos momentos de afeto com pessoas que não deixaram valores, nada que mereça relevância. E depois, porque, convenhamos, não é surpreender, é "como" surpreender. Concordam? O mundo precisa de mais energia no amor! As pessoas perdem muito mais tempo se preocupando em passar uma imagem de si próprio com alguém, do que em fazer bem aquele quem. Fica o apelo pelo amor. Aqui. ;}




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Azul com azul dá azul-marinho? Azul do céu à noite, cheio de estrelas?

46065 - uiaaa, min'!

Friday, May 13

Por que amo comunicação e fiz Jornalismo?

(E porque também quero fazer Letras algum dia.)



Sunday, May 8

Essa estranha incoerência


Não gosto disso e tenho mania de abominar as pessoas que dizem alguma coisa e, dias depois, estão dizendo outra, o avesso. Mesmo assim, hoje, cheguei à conclusão de que é natural. Torto, confesso, mas humano. Podemos titubear! Mentiroso é quem se contradiz demais (já dizia minha tatata(...)ravó: "tudo em excesso faz um mal danado"!).

Hoje, por exemplo, tô meio arretada, querendo vomitar bem aqui no blog, onde várias pessoas da minha realidade passam e lêem. Mas eu sei que uma noite de sono ou algumas horas assistindo alguma coisa legal são capazes de tranquilizar este humor febril, e depois, vou dizer que "foi melhor ter dito bulhufas".

Ontem, por exemplo, decidi cortar o cabelo entre minhas orelhas e ombros, mas, depois, hoje de manhã, respirei aliviada porque não agi precocemente (o lado bom da preguiça? Vai entender!). O fato é: a certeza de hoje, inverossímil amanhã ("hipótese").

Mas a gente tem que viver com isso. Certa vez, lendo uma discussão a respeito do Caos, vi uma frase que me deixou intrigada. Dizia mais ou menos o seguinte: "somos capazes de lembrar do passado, mas não conseguimos lembrar do futuro". Guardei-a como uma espécie de lema-axioma particular (e mantenho!).

Mais: Shakespeare, em Romeu e Julieta, criou dois personagens que se amavam, apesar de tamanha incoerência familiar. Além disso, também morrem no final... Lindo ou trágico? Não sei. Os dois? E, bem, que diferença faria nessa altura do campeonato se estão mortos?

Enquanto minha raiva, silenciosamente, tensionava os músculos da minha nuca, filosofei (o que é bem sadio, apesar dos pesares): "nem só de fala vive a comunicação". Foi uma das primeiras lições que aprendi na universidade. Conclusão? "Fingir ignorância é tão mais se importar".

E agora? Sem contexto?



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Feliz 1 mês de vida, meu amor!

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Friday, May 6

"Bem-vindo a Cerro Azul!"


Na realidade, o post não tem nada a ver com o título. Li em algum livro, anotei e gostei. Ou, talvez, diga tanto sobre mim que nem faço idéia, afinal, tem "azul" ali no meio.

Ontem à noite demorei muito a dormir, tanto que já estava amanhecendo... Já era bem hoje, na realidade. Minha cabeça estava cozindo alguns dos meus desejos para alterar algumas coisas do meu quarto.

De repente, detesto minhas cortinas. São muito azul, me deixam com sono o dia inteiro por causa do climinha "noite fria" e acho que atrapalha a visão do monitor, quero dizer, eu já nem sei mais se quero essa tela no canto da mesa.

Se é que vocês entenderam. Meu quarto foi todo pintado de azul claro quando estava viajando. Foi uma espécie de surpresa que mainha preparou, mas, sabe, eu tô meio decepcionada porque acho que vou desapontá-la: eu não quero mais este azul.

Sim, é minha cor preferida, mas eu não preciso decorar o meu quarto desse jeito. Estou querendo modificar algumas coisas... e acho que o quarto é só o começo porque é o meu grande refúgio.

Mudanças virão. E tem gente que diz que você tem que buscá-las. Concordo e discordo. Eu tenho uma cisma inerente com algumas palavras polêmicas, como o tal "destino". Sou tão fascinada por questões desse tipo que o meu trabalho de conclusão de curso em Jornalismo foi um documentário sobre a Teoria do Caos.

O que eu tô querendo dizer é que o destino é superior a nossas vontades. Acredito nisso. Não somos largados no universo para fazer da vida o que temos vontade. Provavelmente, temos sim nossa parcela de livre arbítrio, mas, com certeza, tem propósitos menores.

E tudo isso fica muito complicado, se uma borboleta pode causar um tornado, de maneira que, até os pequenos propósitos tem grande importância se enxergamos tudo à distância.

Vamos concluir o pensamento com a frase do Einstein, para refletir, já que, para ele, "Deus não joga dados". Se temos alguma essência, imagino que seja importante para existir no universo naquele tempo e espaço determinado.

Portanto, suas conquistas fazem parte de um propósito maior. Suas lágrimas e suas brigas também. A tal incoerência, a quietude e o impulso de e não agir, ou de fazer. Estamos caminhando para algum lugar (porque o não-lugar, inclusive, é um lugar - semiótica pura), esta é a única certeza que teremos.

Vivamos!



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Discografia de Lady Gaga, Rihanna e Natalie Imbruglia.

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Sunday, May 1

Hermione Granger

O que tenho a dizer? Morro de inveja. É uma das poucas personagens que gostaria de ser de verdade. Viver as aventuras, ter os amigos, até mesmo as decepções, as perdas, os medos. É minha heroína por vários motivos. Sempre disposta, solidária, inteligente... Tenho JK Rolwing como grande inspiração e defendo suas histórias (convenhamos, em Harry Potter há diversas) não só porque é fabulosa, mas porque os personagens são cheios de si (deles mesmo).

Bom, assisti "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I" novamente e printei duas imagens que me foram significativas... e gostaria de dividir. A primeira delas, por exemplo, faz parte das primeiras cenas, onde vemos Hermione pensativa no próprio quarto, em casa. Quando era adolescente (e confesso que ainda tenho parte disso bem latente) sonhava com um quarto azul com mesinha "encaixada" na janela, conforme vemos. Para concluir, está chovendo (estado temporal que muito me agrada - [ou]vide som do blog).


Depois, como se não bastasse, esse romance que é paciente. Lindo. Companheiro. De amigos que serão amigos independente de qualquer decepção, incongruência. E não me importo se alguém disser que é impossível, adolescente... Eu acho que é puro, traz aquela sensação de conforto, de "confie em mim porque confio em você e confio em nós dois". É... singelo e completo. É amor. Quando era adolescente, tinha esperanças de viver alguma coisa assim. Achava que o meu Rony já tinha até um nome.


Fiquei velha, é verdade. Outras concepções, noções... Mas só de saber que desejei alguma coisa tão honesta, e que tinha certeza que viveria, excluindo qualquer ressalva atual, hoje, estou satisfeita e cheguei a seguinte conclusão: sonhar nunca me fez/fará mal.



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Vou procurar saber o nome, mas pode ser aquela da cabana, que Harry Potter resolve dançar com Hermione para animá-la um pouco.

É tudo que tenho a dizer.

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