Monday, June 17

Capa 3D da revista Super Interessante


Eu fiquei  impressionada, hoje de manhã, quando vi o material entrando na livraria onde trabalho. Confesso que não li o conteúdo - ainda -, mas pesquisei assim que entrei em casa.

Segundo o Facebook da revista - e na página do link oferecido - estamos diante da "primeira revista do país a lançar uma capa 3D". Sob o tema "Nazismo – O lado oculto do Terceiro Reich", a Super Interessante publica seu primeiro volume da coleção "Grandes Mistérios", que já promete outros títulos nomeados “Jesus – Os Evangelhos Proibidos” e “Mistérios do Universo”.

Pelo que pude observar, a proposta deste material é mostrar o que acontecia no entorno, além de trazer um universo de curiosidades que se obscurecem pela força do tema em questão: "Uma série que veio para mostrar tudo o que há por trás dos temas mais enigmáticos da história. Menos o óbvio."

Fica a dica!






Friday, May 17

Quem poderia ser a uma hora dessas?


Lemony Snicket! Meu caríssimo Lemony Snicket, autor de livros como "Desventura em série" e "Por isso a gente acabou"! Rapaz, ler as obras dele é como mergulhar numa praia de águas quentes e ondas geladas.

Eu senti falta de maiores detalhes sobre os personagens. Eles são superficiais e enigmáticos demais. Tudo é mistério, na realidade. O livro acaba sem fim, tem perguntas sem respostas (ok, pode ser um dos objetivos) e apesar do sarcasmo divertidíssimo de sempre, é uma história que não acrescenta alguma coisa relevante. Sinto como se tudo que li fosse parte de um boato sem importância.

De qualquer forma, o interessante neste livro é que nos deparamos com um personagem que tem o nome do próprio autor! É claro que, se alguém já pesquisou alguma coisa sobre ele, sabe que não é seu nome verdadeiro, apesar de continuar assinando os livros (suas entrevistas, inclusive, tendem a certa peculiaridade, como se encarnasse um "sério personagem comediante").

Vou aguardar e ler os próximos... Quem sabe, com um pouco mais de informação, tenhamos alguma posição mais efetiva sobre esta série. Ele merece uma segunda chance. A leitura dele merece.

Trechos anotados:

Página 40: "Saber que uma coisa está errada e mesmo assim fazê-la é algo que acontece com bastante frequência na vida, e duvido que algum dia eu saiba o porquê."

Página 73: "Antes fui uma criança que recebeu uma educação incomum e, antes disso, fui um bebê que, segundo me contaram, gostava de se olhar no eSPELHO e enfiar os dedos do pé na boca. Eu era aquele rapaz, e aquela criança, e aquele bebê, e o prédio que estava à minha frente era a prefeitura. À minha frente havia minha vida de adulto, e depois um esqueleto, e depois mais nada, exceto, talvez, uns poucos livros na estante."

Página 217: "- Lembrei de um livro que meu pai costumava ler para mim - ela disse. - Um monte de elfos e outras criaturas  entram numa tremenda guerra por causa de uma joia que todo mundo quer, mas ninguém pode usar.
- Nunca gostei muito desse tipo de livro - respondi. - Sempre tem um mago muito poderoso que acaba não ajudando muito." (Alguém sentiu a referência, aí? Rsrsrs! Curti!)




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Saturday, May 11

Celeste e o trem descarrilado

Acordei às 7h e pouca da manhã. Aproveitei para colocar algumas coisas em prática... Em algum momento, abri a janela, e notei que o tempo fechou. Não prestei atenção se choveu, quando senti aquele desejo estranho, enterrado, de procurar uma determinada imagem: um trem descarrilado.


Encontrei vários. Poucos segundos depois, estava definida como uma vida de trilhos enferrujados e trechos partidos não viajados. Neste momento, homens trabalhavam no vagão condutor... enquanto, silenciosa, colhia tufos de pequenas flores que teimavam surgir pelo caminho macabro e inutilizado que sucedeu.



O vestido que usava e aquelas botinas desconfortáveis não pareciam coisa minha. Notei um monocromatismo, exceto pelos homens de colete e capacete em vermelho que demoraram (tanto!) para chegar e colocar aquele maquinário de volta no eixo. Gritavam animados e trabalhavam em equipe numa friagem peculiar e incomum.

Lembrei de ter deixado o trem no piloto automático para impedir que os últimos vagões se desprendessem e ficassem pelo caminho de sua própria trilha. Me interpus entre eles, servindo de ferrolho, levando sol e chuva... Até, cansada, ceder espaço e posteriormente, notar a entrada de alguma coisa nova à frente.

Um passageiro?
Uma estação?
Um vagão?
Um túnel de cores?

Tem alguma coisa errada acontecendo? Ou alguma coisa muito certa prestes a sucedê-la?

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Eu nem sabia mais como fazia destas coisas. Tô meio desapegada de umas... "constantes". Este post está pronto desde ontem. E por falta de motivo não joguei no blog antes.

Talvez seja o momento exato, nem sei direito. O fato é que... eu descobri uma coisa e tô pipocando de felicidade. Tinha deixado até um depoimento no Facebook mas apaguei por que não fez muito sentido... Na realidade, eu queria dividir com uma pessoa que não estou podendo. Acho que era só isso.

(Um prato cheio para quem gosta de Celeste!)

Tuesday, May 7

Livro do Pirata

Na realidade, essa postagem não tem muito a ver com seu título. (Já notaram que tenho o costume de fazer dessas coisas?) Neste caso em particular, me ocorreram duas situações e uma conexão de pouco sentido: eis que senti o desejo de soltar palavras sobre o vento, o mar e barcos... E lembrei de um livro fabuloso do setor infantil que costumo indicar para presente: ele monta um barco e tem curiosidades sobre a vida dos piratas. Pronto. Justificado. Agora vamos brincar com as palavras.

Às vezes tenho a sensação de,
Por não muito escrever,
E pouco verbalizar,
Viver numa perfeira intensidade
De ondas pacíficas,
Um céu tropical,
Uma ilha à vista,
Noites estreladas,
Banquetes de peixe frito,
Descanso na rede,
Pés na areia,
Cochilo à tarde,
Ondas calmantes...
Harmonia de estar,
Pelo tempo que vier,
E se for,
Em
Nossa
Cumplicidade.

Tuesday, April 23

Eu AMOOOOO a chuva!


Quando estiver velha, enrugada, tristonha... Faça chover!

Lembre-me dos vaga-lumes à noite e das cigarras no fim da tarde. Da capa com cheiro de plástico e do guarda-chuva rosa. Dos banhos frios e de como não gostava de passar o sabonete na pele arrepiada. Do leite quente pela manhã e das histórias de terror.

Vou melhorar.

Friday, April 12

Eu tenho medo

De... descobrir que não estou fazendo o que deveria. De não estar nem um pouco perto de realizar as coisas que tenho vontade. Eu tenho receio, de, algum dia, encontrar alguém que me faça uma pergunta sobre minha vida... e que a resposta não seja positiva. Que analise friamente e enxergue que perdi 10 ou 20 anos procrastinando meus desejos mais latentes. Alguns pelo receio de estar à margem da zona de conforto e segurança e outros pelo excesso de rigidez que algumas experiências nos trazem. Não me preocupo com a morte, mas receio partir e não cumprir minhas metas.

Hoje eu acordei assim, mas já penso a respeito há algumas semanas.

[Via celular.]

Thursday, March 21

Café da manhã

Olha só que negócio mais curioso: tive uma ideia. Escrevi um texto (esse mesmo!). Então, lembrei de um post do passado... Mas não ia conseguir encontrá-lo... até lembrar de, apenas, duas palavras em conjunto: "todo sábado". Juntei com "eSPELHO iNVERSO" no Google, pesquisei e encontrei. O curioso, por sinal, vem agora: foi escrito, basicamente, há 2 anos atrás. Dia 23 de março. Resolvi linkar no final. P.S.: como a cabeça da gente muda!



Eu gosto do pão. Do misto cheiro de queijo e presunto, amanteigado e chapado. Gosto do leite quentinho! Acrescento dois saquinhos de açúcar e sempre mecho tudo com uma das facas extras que vêm nos talheres.

Raramente como o cuscuz. "É feito no micro-ondas"... Acho engraçado quando escuto e acabei com desafeto porque falta a "fofice" daqueles que são feitos na panela certa.

Começo pelos pedaços de frutinhas e, não sei porquê, mas nunca como as uvas. O abacaxi sempre tem dono... Adoro o mamão... E vez ou outra, belisco o melão que sempre vem no cardápio.

Quando não como a tapioquinha, tem sempre alguém que come as duas! Também não me interesso pelas bolachas... mas há quem se divirta melecando tudo no mel. 

O bolo deve ser o único que raramente se repete. Sempre têm dois, mas os sabores variam um bocado. Certa vez, recebemos uma versão "festa!" com cobertura de chocolate e granulado colorido de brigadeiro. 

O iogurte sempre fica para o final. Rejeito o suco de copinho quase todo. Sempre. E as bananas cozidas vêm e voltam no mesmo embrulho. Ninguém gosta.

Depois termino de ver um filme... #VIDABOA!






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Wednesday, March 13

Seja criativo!



Às vezes acho que as pessoas perdem muito da vida imitando os outros. Passam tanto tempo burlando a própria identidade que, num determinado momento, não sabem mais quem são. Deve ser um mal do qual não vou sofrer. Sou daquelas bem chatinhas com relação a não usar o que é dos outros. Abomino em absoluto. E não tem essa de "mas".

Nem sei porque falei nisso... Ok, mentira, sei sim: é porque... no fim das contas, se você é alguém que... protege os animais, pode acabar ensinando algo positivo. E assim por diante. Há quem nos tenha como espelho. Pense nisso. "Faça o que eu digo, não o que eu faço" não é ditado que se escreve na parede.

O recadinho é curtinho mesmo. :*

Tuesday, March 12

Weeks ago...


Estava prestes a criar uma nova pasta no computador... Dessas que a gente sai juntando tudo que tem a respeito de alguma situação... Depois me deu preguiça... Quero dizer, será que estou ficando velha? Sem paciência para nutrir certas tabaquices? "Depois morre e fica tudo aí..."?

Assisti um filme que nem é tão novo... Dei altas risadas e depois fiquei me perguntando sobre algumas coisas... "Pequena Miss Sunshine"... E muito se engana quem acha que é um longa para crianças ou comédia... É um dramão gostoso - verdade seja dita! Recomendo, por sinal.

E aí que... Sei lá...

Hoje estou meio... down sobre as pessoas. Eu sempre acho que todo mundo que gosto muito, muito, muito, é incapaz de me decepcionar tanto... E quando certas coisas caem por terra, fico com aquela carinha de bunda murcha, como alguém que não deve fazer nada, além de aceitar os fatos.

Já fui briguenta. Dessas que têm opinião própria e defende alguma coisa com fervor... Agora eu paro e penso: vale a pena? Aprendi a não ficar insistindo. Sabe como é? Dar mais espaço e deixar que falem. "Vá, meu filho, fale!"

Tem alguém entendendo alguma coisa aqui?

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Ok, esse texto é mais um daqueles que "não terminei". Depois perde a graça de continuar... Ok, não é bem assim. Eu só acho que quando essas coisas acontecem, merecem permanecer do jeito que estão. Eu não me preocupo de terminá-los. Acho que acontece de ser o que está. E depois de alguns dias esquecido como arquivo de texto no desktop, eis que volto a ler e acho que está no ponto. 

Certa vez, li que, às vezes, determinados textos precisam entrar na gaveta e ficar por lá... Por tempo indeterminado. Acho que é mais ou menos isso que acontece.