Lembrou-se da última vez em que resolveu arrumar as malas e pegar um avião... Sensação gostosa... Um pouco assustadora, cheia de expectativas...
Então veio a metáfora. É, lá estava a mesa de madeira, um par de mãos que não sabia de quem era... E pedras. Cartas? Bom, eram pedras, mas podia ser qualquer coisa.
Provavelmente, estariam organizadas. As pedras. Alinhadinhas, milimetricamente dispostas no meio da mesa. Então, as viagens faziam disso: bagunça.
Ela imaginava o par de mãos desconhecida juntando todas as pedrinhas. Então, sacolejavam tudo, bagunçando o suficiente, e arremessavam tudo na mesa outra vez.
Ah, ela queria! Desejou até que algumas pedras caíssem no chão, partissem no meio, desaparecessem. E que outras, de cores distintas, surgissem.
Bagunce! A vírgula é pequena, jogue o resto para o alto, deixe alguma coisa nova entrar, derrube o que é velho e ultrapassado! - torceu forte deixando o destino pregar uma peça.
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Adele! *-* Mais e mais!
Ah, sei lá. Nem sempre tenho o que dizer... Às vezes, acho que Celeste consegue um efeito melhor. Faço das palavras delas, as minhas. ;) Serve?
52555 (O que é que ela tem, que eu não tenho? ¬¬')

1 comentários de quem LEU o post.:
oi,seguindo seu blog,segue o meu também?
beijos
http://lohanybarreto.blogspot.com
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