quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Post direcionado


Eu acho que acontece. Fácil. Eu tento evitar, mas é impossível não imaginar um leitor. Sempre escrevemos para alguém, isso é básico na literatura. Alguns escrevem pensando num determinado público (mulheres, idosos, crianças, doentes, especialistas...), outros, em determinadas pessoas (simpatizante, inimigo, ex-namorado, paquera...). Até os diários, aqueles que ninguém mais lê, você escreve com um leitor em mente (nem que seja para a imagem que tem de si mesmo).

Eu nem sei direito porque resolvi falar disso. Na realidade, minto, acho até que sei... porque estou com uma pessoa na cabeça. Não que esteja escrevendo para ela, mas pensando nela como um exemplo. O fato é que... enquanto escrevo, algumas pessoas passam na minha cabeça. Vejo seus rostos... como se minhas palavras fossem meus olhos... e vigiasse as expressões de quem me lê. Às vezes, também penso nas pessoas que não conheço, que jamais conheci.

E abrindo um parênteses, acho que acabei de encontrar outra definição para o nome do blog porque, quando o post é realmente muito bom, daqueles que me fazem avisar várias vezes no Twitter e no Facebook, acho até que que não estou do lado averso, mas inverso. Então, nestes momentos, estou do lado analista, nas palavras, analisando minhas próprias expressões... contidas, imaginadas. Sou escritora de mim... para mim. É uma apoteose divina.

As músicas podem ajudar ativando sensações inspiradoras, também. Porque, quando abri a caixa de texto para o próximo post, na realidade, estava querendo escrever alguma coisa em inglês... Então, imaginei que alguém captaria a mensagem bem demais (o tal alvo) e desisti. Às vezes, concordo que... tudo que não é dito, tudo que não está aqui, é o que realmente importa, o que realmente conta, o que realmente dói, o que... está guardado sob a pele.



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 Battlefield Earth score - Hope At Last.

 O poder da trilha sonora! *-*

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Celeste escreveu


Sabe quando os anos vão se passando... E você acaba amarrada à certas coisas do passado, querendo saber onde foi que errou, se a intenção sempre foi das melhores? E por que ninguém responde?

Afinal de contas, onde vão parar as intenções? E se não terei resposta, por que diabos estou amarra? Qual a finalidade de fazer tudo cheia de... de.. ética e moral... se o que recebo em troca é inverso?


Muitas vezes, você é obrigado a optar por coisas que você não tem interesse de agregar. É ruim carregar o que não se tem vontade. Se desfazer do que não deseja se afastar, igualmente. A vida pode ser um presente, nos melhores dias. E uma penitência, nos piores.

Não quero mais escrever esta merda.



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 Ouvindo Whitney Houston. Mas é fossa demais. Não vale muito a pena. ¬¬'

 Seria capaz de abrir mão de muitas coisas por uma minoria. Still.

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Quatro por uma

Encontrei por aí... Gostei bastante e quero deixar postado. (Também não sei dizer se é de verdade, mas é bom!)

As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia


A primeira diz: "A pessoa que vem é a pessoa certa".

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: "Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido".

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: "Toda vez que você iniciar é o momento certo".

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: "Quando algo termina, ele termina".

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Celeste, livros e... orgasmos!


Uma das coisas mais legais em pedir pizza à noite, sozinha, é que sobra um bocado para comer na manhã seguinte... E ainda tem gente que coloca no micro-ondas, seiquela, quando, na realidade, o mais gostoso é comê-la na temperatura ambiente - pensou enquanto terminava de lavar a louça do jantar da sexta-feira.

Vou finalizar aquele livrooo hojeee! Muito ansiosa! Muito mesmo! Enquanto alguns se acabam em baladas, virando tequilas, lambendo sal e chupando limões: eu leio! O melhor de tuuudo é que assim que terminá-lo, vou começar a ler mais um, que estava querendo há dias! - continuou enquanto enxugava a pia.

Nunca entendi muito bem: sempre que estou pensando em livros, penso em orgasmos. Meus orgasmos. Será que tem alguma coisa a ver com satisfação? Ou... talvez... encare o sexo como poesia? Literatura? Quem sabe, um dia, resolvo perguntar a alguém... - Enxugou as mãos e foi para a cama... e seus livros.



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 Tô ouvindo Guetta.

 Seria capaz de abrir mão de muitas coisas por uma minoria. Still.

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